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VW T-CROSS: Listamos pontos positivos e negativos do novo SUV da Volkswagen


VW T-Cross chega nas concessionárias em Abril

O mais aguardado lançamento da Volkswagen nos últimos anos tem a ambição de desbancar os concorrentes Jeep Renegade, Honda HR-V e Hyundai Creta e dominar o segmento dos SUVs que caiu nas graças dos brasileiros. Por isso listamos os aspectos positivos e negativos deste lançamento:


MOTOR (Positivo)

VW T-Cross vem com as opções de motor 1.0 TSi e 1.4 TSi

Uma das grandes qualidades que pesarão a favor do T-Cross diante da concorrência é a oferta em toda a linha de motores turboflex com injeção direta de combustível: 1.0 TSI - 116/ 128 cv e 20,4 kgfm (gasolina/ etanol) - e 1.4 TSI - 150 cv e 25,5 kgfm (com qualquer combustível).

Estes são projetos modernos e eficientes que já fazem sucesso no Polo e Virtus (propulsor menor) e no Golf, Jetta e Tiguan (maior). O propulsor casa muito bem com o câmbio automático Tiptronic de 6 marchas, de trocas suaves e relações curtas nas primeiras marchas e mais longas nas posições altas.

O torque abundante já em baixa rotação, torna imediatas as saídas de cruzamentos e as retomadas de velocidades e garante também ultrapassagens mais seguras.

O ronco grave do turbo empolga e fica ainda mais vigoroso no modo Sport. O zero a 100 km/h é feito em 8,7 segundos e a velocidade máxima (apenas como curiosidade) alcança 198 km/h.


SEGURANÇA (Positivo)

O T-Cross usa a plataforma MQB A0, a mesma de Polo e Virtus, que entrega um padrão europeu de construção, com chassi bastante rígido e seguro.

Tanto hatch quanto sedã receberam nota máxima no teste de colisão do Latin NCAP, o que deve ocorrer também com o SUV compacto.

De série, o modelo já vem com seis airbags e controle de estabilidade e de tração. Também oferece detector de fadiga e frenagem automática pós-colisão nas versões mais caras.


ESPAÇO INTERNO (Positivo)

Apesar do visual compacto para um SUV o carro possui bom espaço interno

O porte do T-Cross não é tão vistoso como nos rivais. Com 4,23 de comprimento, é uma do menores da categoria. Isso facilita as manobras e o encaixe nas vagas mais apertadas.

Porém, por dentro ele entrega um espaço de SUV. São 2,65 m de distância entre-eixos, a mesma do Virtus, que lhe confere ótimos vãos para as pernas nas duas fileiras de bancos.

Os ocupantes detrás ainda têm uma saída de ar para deixar a viagem mais confortável.


DIREÇÃO (Positivo)


O T-Cross traz uma combinação interessante que eleva o nível de dirigibilidade, especialmente na estrada. A direção elétrica progressiva tem respostas diretas ao comando do motorista e a suspensão é firme, apesar de a Volks ajustá-la pensando no conforto.

Os balanços curtos (distância do eixo das rodas em relação as extremidades do carro) tornam as mudanças de direção mais ágeis considerando o padrão de utilitário esportivo.


VISUAL (Positivo)

O Desenho do carro é bem agradável e também merece elogios

A aparência do T-Cross foge ao padrão do segmento e não deve passar despercebido nas ruas.

Destaque para a traseira inédita, com as lanternas conectadas por uma espécie de painel escurecido, cuja função é refletir as luzes dos veículos que vêm atrás durante à noite.

A iluminação da lanternas em led traz elementos com a assinatura da marca, em formato de ‘C’.

Na versão Highline a luz diurna DRL é integrada aos faróis. Nas demais configurações ela está inserida ao farol de neblina, que por sua vez ficam abrigados em nichos quadrados de contornos arredondados que soltam aos olhos pelo tamanho nas extremidades do para-choque.


CUSTO-BENEFÍCIO TECNOLÓGICO (Negativo)

O VW T-Cross possui pouca tecnologia nas versões mais básicas

A novidade da Volkswagen traz um nível de tecnologia pouco visto nos rivais. Só que está distribuído por pacotes opcionais que encarecem o veículo.

Para ter sistema de estacionamento automático (Park Assist 3.0), som premium Beats com subwoofer e faróis full led é preciso desembolsar R$ 6.050 a partir da versão 1.0 TSI Comfortline, subindo o preço para R$ 106.040.

Já o moderno quadro de instrumento 100% digital e personalizável, casado com a central multimídia de 8 polegadas com navegação por satélite, sai por R$ 4 mil a mais e está disponível somente para a opção topo de linha Highline 1.4 TSI.

O preço daí alcança R$ 113.990. O pacote inclui ainda o seletor de modos de condução (Normal, ECO e Sport).O teto solar panorâmico é outro opcional, oferecido a partir da versão intermediária por R$ 4,8 mil (na cesta há ainda retrovisor eletrocrômico, sensor de chuva e farol alto automático.


PREÇO DA VERSÃO MANUAL (Negativo)

O Preço da versão manual é maior do que os concorrentes do segmento

A faixa de preços sugerida pela Volkswagen está dentro do que é pedido pelos rivais. Só é difícil digerir os R$ 85 mil cobrados pela versão de entrada 1.0 TSI, equipado com câmbio manual de seis velocidades.

A transmissão automática ou automatizada está presente em 49% dos automóveis vendidos no país. E neste segmento é pouco provável encontrar alguém disposto a desembolsar a elevada quantia para ter de ficar trocando marchas a todo momento.

Para dispensar o pedal da embreagem, o cliente do T-Cross terá de desembolsar no mínimo R$ 94.490 (configuração logo acima à de entrada). Os rivais Jeep Renegade e Hyundai Creta oferecem as opções manuais por R$ 78.490 (1.8 flex) e R$ 78.990 (1.6 flex), respectivamente.


ACABAMENTO (Negativo)

O acabamento deixa um pouco a desejar nas versões básicas

A Volkswagen decidiu seguir a fórmula já usada no Polo e no Virtus e abrir mão de luxo no acabamento, mesmo para um modelo que passa dos R$ 80 mil.

Há uma predominância de plástico duro no painel, revestimento de portas e console. Mesmo sendo de boa qualidade e com encaixes perfeitos, o material deixa o ambiente do carro sóbrio demais. Soma-se ao desenho comum (leia-se pouco atraente) dos nichos onde ficam os botões de comandos para ar-condicionado e outras funções do carro.

O interior só ganha sofisticação com o quadro de instrumento digital e a moderna e tecnológica central multimídia com tela de 8 polegadas, mas aí o preço bate os R$ 115 mil.


PORTA-MALAS (Negativo)

O porta-malas do VW T-Cross é menor do que nos outros concorrentes

A capacidade de 373 litros do porta-malas está entre as menores do segmento. Perde para a maioria dos concorrentes, como HR-V (437 l), Kicks (432 l) e Creta (431 l).

A Volks até criou uma solução para ampliar o volume do compartimento para 420 l, usando uma gancho retrátil para deixar o encosto do banco traseiro levemente para a frente. Só que o encosto fica reto demais e chega a incomodar numa viagem mais longa.

Teria sido melhor colocar um assento deslizante para abrir espaço lá trás, como fez no Tiguan.


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